Núcleos | Fevereiro

March 2, 2018

TRIPA

 

Loyola

 

Foi talvez a primeira vez que não enjoei numa camionete: foi-nos lançado o desafio de ter conversas de 1 hora sobre um tema específico, para nos ficarmos a conhecer e já fazer cair as habituais resistências. Alternadas com sono, furores espontâneos e conversas de ritmo próprio, as 10 horas de Porto a Loyola passaram num instante.

 

Lembro-me apenas de um momento de silêncio, quando se viu as montanhas a anunciar a chegada ao país Basco. Um cenário digno de National Geographic, que relembrou a todos o propósito da viagem;

Olha à tua volta e pensa em Deus.

Chegámos a Loyola, temendo um frio que nunca veio.


Ficámos no albergue e divididos em equipas preparámos um espetacular e medieval serão, com cenas da vida de Santo Inácio.


No dia seguinte, conhecemos a casa.


Ouvimos a história por detrás de cada divisão, uma história viva, vibrante. Afinal, Santo Inácio foi mesmo uma pessoa!


Ao passar pela cozinha, pela casa de jantar, pela infinitude de quartos, imaginava-o a correr pelos corredores, com pressa de ir lá para baixo, chocando contra criados e irmãos. As paredes falavam (literalmente- havia colunas instaladas que iam descrevendo cada lugar) da vida de Santo Inácio e ficámos a conhecer melhor este rapaz corajoso, idealista e arrogante que um dia trocou o porta-estandarte basco por uma vida de serviço a algo tão maior.
Detivemo-nos no quarto, agora capela.

 

Aqui se converteu Santo Inácio
Lê-se em latim.


Esta conversão de não veio de um lugar mágico e extraordinário, mas sim de uma leitura, para matar o tédio, de dois livros que lhe mudaram a vida. Não foi com certeza porque estavam sobrenaturalmente bem escritos: Santo Inácio abriu só o coração para aquela leitura e deixou-se tocar por Deus.
Tal como nós, Inácio regressou a casa e viu que Deus está em todo o lado e nos chama onde quer que estejamos. 


Digo “como nós” porque Loyola é também o início da história da Companhia, portanto a do Camtil, e por extensão, a minha: quem eu sou, os meus amigos, a minha maneira de estar com Jesus… tudo parte daquela conversão tão pouco extraordinária, e que imagino, seja transversal a todos os santos… Deixaram-se só ser guiados.


Nestes dias não fomos só o CREU, nem o Camtil, nem a Catequese, mas sim uma única igreja, sob a mesma bandeira que Santo Inácio também carregou ao longo da sua vida. Foi uma vivência concreta do que é ser Igreja, e o quão precisa é a diversidade e união.


O resto dos dias foram de oração e aprofundamento da espiritualidade inaciana (mas num dia especial, um Carnaval completo com Garraiada!). Aqui torna-se complicado falar. Significou coisas diferentes a pessoas diferentes. Uns tiveram uma resposta mais clara da sua vocação; outros (re) apaixonaram-se por Jesus; outros ainda receberam maiores ferramentas para oração… e quem sabe, uma ou duas conversões? O que recebemos vai-se mostrando ao longo do tempo. Por agora basta-nos agradecer esta oportunidade de conhecer, encontrarmos o nosso “inner Iggy” e de estarmos com Deus de forma tão especial! 
Obrigada!

 

 

 

 

 

 

 

 

Time to Crunch

 

"Gordon Ramsey? Jamie Oliver? José Avillez? Henrique Sá Pessoa? Todos eles grandes nomes da gastronomia mundial. Todos eles destronados. 
Foi na manhã de dia 18 de Fevereiro que seis talentosos melgas, mentorados por cinco sapientíssimos chefs tripeiros decidiram fazer sombra a aos mais ilustres nomes da culinária.

 

Usando o CREU como palco e a colher de pau como batuta, estes melgas compuseram uma sinfonia de sabores naquele que foi o melhor brunch da história do Camtil. Entre guacamole, panquecas e o prato original "Padre Zeca", fizeram do Time to Crunch um marco na história dos brunches a nível global.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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